domingo, 22 de julho de 2012

Um dia ímpar (Participação especial de Patrícia Rocha e convidados)

Tudo começou à meia noite, ou antes, quando não consegui dormir por motivos desconhecidos. Às 3 finalmente peguei no sono, entretanto 5 horas estava eu de pé e sem vontade alguma de dormir. Comer .. beber água, enfim, andar pela casa. Enjoei de andar dentro de casa, tomei banho e saí pra encontrar a Ninja. O fato é q combinei com ela 10h, e saí de casa por volta das oito. O que fazer então pra passar o tempo?! ANDAR!!!! A pé, de Vila Isabel até praça Saens Peña. Uma pausa numa padaria pra beber um suco (só pra fazer hora) e por fim voltar pra Vila. Mas o loca pra estar era na Tijuca, então.......... lá fui. Encontramo-nos e fomos pro evento (Anime Family - RJ). Fila, sol, furar fila, entrar no evento... Nesse meio tempo encontrei Estrella, Daniel e logo em seguida perdi Daniel, mas encontrei o Igor e não sei como desencontrei a Ninja e antes dela entrei sem o Estrella, mas por fim encontramos Karin e Karol e ficamos juntos. Pelo menos por dez minutos antes delas sumirem... Tempo passou e fomos encontrar as duas perdidas no bar. Tudo normal, tudo muito bom, uma foto É-PI-CA e muitas alegrias o/ Voltamos pro evento, rimos das apresentações livres e daí começou o show. Foi quando fui encontrar Daniel. Depois do show assistir a premiação dos cosplayers... E foi quando encontrei a Patrícia. Na verdade ela me encontrou, mas tudo bem. Resolvemos voltar juntos pra casa, e iríamos de busão. Por algum motivo divinamente bom e desconhecido, pegamos o mesmo ônibus que o Daniel... pra ir conversando e talz. A parada é q o bus dele vai pro lado OPOSTO ao que gostaríamos... Quando notamos, por fim, depois de uns 30 mins dentro do bus e de MUITA! conversa (huahuahuahuahuahuahua) descemos imediatamente. Mas onde fica imediatamente? Eu não sei. Nem ela sabia. E não havia absolutamente ninguém na rua que pudesse nos dizer. “Bom, essa rua é mão única, vamos pra próxima ver o q q tem...” E andamos.. andamos... andamos.. Não encontramos NADA! Nenhum lugar nem pessoas pra pedir informação. E daí por fim uma rua mais movimentada onde a Patty parou um taxi pra pedir informação. (Euri ... kkkkkkkk). O taxista não muito feliz por ter sido parado pra dar informação (por que será?) mandou uma gracinha e foi embora... Continuamos andando (Estou morrendo de rir enquanto escrevo... huahuahuahuahua) até que achamos um posto de gasolina onde fomos informados que pra ir pra Tijuca ou Vila Isabel, teríamos que pegar um ônibus pra Cascadura. Fomos em busca de tal ônibus, mas até hoje não encontramos. Festa estranha, gente esquisita, eu não estou legal... e decidi entrar um taxi. Achou que a história terminaria? Nada disso! (Risos altos) O taxista não tinha ideia de como ir pra tijuca ou Vila ou Andaraí ou qualquer lugar do gênero. Mas felizmente ele sabia chegar no Norte Shopping... E de lá eu segui o caminho do bendito 623 (ônibus que dá mil voltas antes de chegar ao destino) até por fim chegarmos ao shopping Iguatemi pra brindar a aventura... Terceiro piso, praça de alimentação. “Vamos comer japa!”. Fomos... “Acho que ta bom, e vc?” “É, acho que está bom...” “Esse agridoce é muito bom!” “Okay, eu vou pegar o shoyo..” A Patrícia parada em frente a uma panela de feijão fala “espera, vamos ver mais coisas” “ah claro, feijoada no sushi é ótimo. Vc prefere carne seca ou linguiça no kani?” (huahuahuahuahuahuahua) Por fim colocamos um monte de saladas com caesar na comida... E daí, comer! Mas vamos começar pela salada. Salada picadinha...hashi ... e claro, os molhos! E daí começou a bagunça e mistura de sabores onde no fim ficou tudo com gosto de nada e o nada com gosto de tudo. Até que acabou o prato e nos olhamos com aquela cara de =( Sugeri.. “vamos comer mais?” “SIIIIIIMMMMMMMMM” Entretanto, quando fomos notar já estavam recolhendo tudo por causa do horário avançado. Daí o moço lá pergunta “Olha, nós colocamos um prato em cima do outro, está tudo amassado” A fome maior não deu dúvidas “vamos comer amassados mesmos, é bom que não precisa nem mastigar tanto, falei. E daí mais molhos e mais sushi e mais diversão... Altas conversas e no fim sobrou um. Um único sushi. O último, pois a loja havia recolhido (dessa vez sem volta) os pratos. Eu deixando pra ela, ela deixando pra mim.. até que peguei e fale “esse deve ser especial!” Agridoce, Shoyo e Teriaky. Ela olhou com aquela cara de nojo, mas falou “agora eu também quero!” E assim posso dizer que terminamos a noite, rido feito loucos de um sushi pré mastigado temperado com vários molhos e uma pitada de humor. Boa noite!